Fotografia da personagem Rory Gilmore, da série Gilmore Girls, sentada à mesa de estudos à noite. Ela veste um suéter cinza claro, tem os cabelos presos e apoia a cabeça com a mão esquerda, demonstrando exaustão e cansaço. Em primeiro plano, sobre a mesa de madeira, há um livro aberto e uma caneca de café
Mulheres e Saúde Mental, Uncategorized

O esgotamento da “Garota Prodígio”: Quando o perfeccionismo na infância vira Burnout na vida adulta

Para a maioria das pessoas ao seu redor, você sempre foi o exemplo a ser seguido desde muito cedo. Aquela criança responsável que não dava trabalho, a adolescente que tirava notas altas sem precisar de cobrança e a jovem adulta que entrou no mercado com foco total, acumulando conquistas e construindo um currículo impecável. Aos […]

LEITURAS, Mulheres e Saúde Mental

A Cachorra, de Pilar Quintana: sobre expectativas, frustrações e as dores que nunca aprendemos a nomear

Alguns livros terminam na última página. Outros continuam ecoando dentro da gente por muito tempo. A Cachorra, de Pilar Quintana, foi uma dessas leituras para mim. Daquelas que a gente devora rápido, mas que pesam no peito depois. Confesso que o final me tirou o chão. Custei a acreditar no que estava lendo e, para

Mão feminina alcançando o reflexo no espelho, em um ambiente com iluminação quente e nostálgica. A foto ilustra a sensação de perda de identidade, o desconhecimento de si mesma e o processo de autoconhecimento na psicoterapia
Mulheres e Saúde Mental

Por que tantas mulheres sentem que se perderam de si mesmas?

Você sente que vive no piloto automático ou que, de repente, não sabe mais quem é? Neste post, reflito sobre como a perda de contato consigo mesma não acontece da noite para o dia, mas é o resultado de uma vida pautada por expectativas externas e pela exaustão de tentar ser ideal. Se você se sente desconectada, exausta ou paralisada, convido você a ler esta reflexão sobre como o reencontro com a própria identidade não começa com respostas prontas, mas com a coragem de voltar a escutar a si mesma.

Pessoa fazendo crochê como atividade de lazer e relaxamento, em um momento de pausa da rotina.
Uncategorized

Não consigo relaxar: quando até o tempo livre se transforma em obrigação

Existe uma cena que aparece com frequência no consultório. A pessoa finalmente consegue algum tempo livre. As tarefas mais urgentes foram concluídas, os compromissos cessaram por algumas horas e, em teoria, aquele deveria ser um momento de descanso. Mas o que surge nem sempre é alívio. Muitas vezes aparece uma inquietação difícil de explicar. Ela

Mulheres e Saúde Mental

O Território de Retorno: Onde Você se Encontra Quando se Perde de Si?

A vida acelerada e a dificuldade de escutar a própria experiência Vivemos em uma época marcada pela aceleração. Mensagens chegam a todo instante, demandas se acumulam, expectativas se sobrepõem e, muitas vezes, passamos os dias respondendo ao mundo sem perceber que deixamos de escutar a nós mesmos. Nesse contexto, falar sobre saúde emocional vai muito

Mulheres e Saúde Mental

A terapia vai te tornar uma pessoa ‘pior’ para os outros (e por que isso é um sinal de saúde).

Este artigo propõe uma reflexão sobre a dinâmica dos limites interpessoais sob a ótica da Gestalt-terapia. Investigaremos como a dificuldade em dizer “não” e a negligência das próprias necessidades não são meras falhas de caráter ou passividade, mas sim formas de ajustamento criativo. Discutiremos o conceito de fronteira de contato como o lugar geográfico da

Mulheres e Saúde Mental

O Custo Invisível de “Parecer Normal”:

Exaustão, Fronteiras e o Funcionamento Diferente Exaustão, limites e o peso de tentar se adaptar o tempo todo. Por Natália Nascimento – Psicóloga Clínica (CRP 06/179351) Muitas mulheres chegam ao consultório descrevendo um fenômeno que chamam de “cansaço”, mas que, ao ser investigado, revela-se algo muito mais profundo: uma desorganização do sistema nervoso. Elas sentem

Rolar para cima